Com mais de 10 anos de carreira solo, Luiza Borges acumula diversas experiências com a música brasileira. Seu primeiro disco, "Romanceiro" (Bolacha Discos - 2012), foi pré-selecionado para o 24° Premio da Música Brasileira, elogiado por João Bosco e por diversos nomes da cena independente carioca. Lançado no Rio, sua cidade natal, e em Brasília, "Romanceiro" sedimentou a identidade artística que Luiza vinha construindo, revelando seu comprometimento com a produção atual da música do Brasil. Em seu novo disco, "Certezas Inacreditáveis", a artista da continuidade ao desbravamento do universo da canção contemporânea e apresenta a seu público obras maduras de uma refinada geração de compositores cariocas. Inspirada pela necessidade de provocar o olhar de seus ouvintes para as próprias possibilidades expressivas, Luiza amplia neste trabalho sua contribuição através da comunicação. 

Em 2011 lançou o disco "Mulheres que Cantam Pedro Ivo" ao lado de outras 3 cantoras, defendendo o repertório deste jovem compositor. Em 2009 foi uma das finalistas do 4°Mostra Novos Talentos da casa Carioca da Gema. Através do samba a cantora esteve em quase todas as casas do gênero no bairro da Lapa, comandando rodas de samba de 2007 a 2012. De 2005 a 2010, em shows de duo com o violonista André Siqueira e a bordo do "Quarteto Luiza Borges", representou canções inéditas e clássicos do cancioneiro brasileiro pelos teatros do Rio de Janeiro.

É Bacharel em Licenciatura em Música pela Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO) e dentre os renomados profissionais da voz com quem estudou destacam-se os trabalhos com a professora Angela Herz, através dos quais iniciou também sua trajetória como professora de canto e preparadora vocal.

Guarda uma intensa relação com a escrita, além de ter composto uma canção em cada um de seus discos escreveu informalmente e durante alguns anos poesias e textos no coisaeescrita.wordpress.com, atividade que agora exerce no blog deste site. 

Em Julho de 2016 lançou, pela editora Literacidade (PA), o livro "Silêncio Absoluto", em razão da menção honrosa no "Prêmio Literacidade 2015".